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4 de fevereiro de 2020

A indústria 4.0 e o setor têxtil

Vamos apresentar brevemente as características da Indústria 4.0 antes de debater sobre a relação dela com o Setor Têxtil. A primeira revolução industrial ficou conhecida como a mecânica, a segunda como a elétrica e a terceira a da automatização. Elas trouxeram para a indústria: a produção em massa, as linhas de montagem, a eletricidade e a tecnologia da informação.

Já a Indústria 4.0 ou a Quarta Revolução Industrial implica num impacto mais profundo já que se caracteriza por um conjunto de tecnologias (como a inteligência artificial robótica, o Big Data e a computação em nuvem) que permitem a interligação do mundo físico, digital e biológico.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou através de uma pesquisa que em 2018, 48% das grandes empresas investiram em tecnologias da indústria 4.0. Ou seja, a transformação digital é uma realidade e traz vantagens como: maior eficiência e confiabilidade nos processos.

E o setor têxtil faz parte dessa revolução. Com a automatização das máquinas e dos processos surgem benefícios que permitem a customização da produção. Além disso, a coleta e análise de dados com o sistema Big Data (que indicam melhorias para os processos, correções para as falhas e redução dos desperdícios com sobras) propiciam a redução de custos e potencialização de resultados.

Já existem formatos de produção que são quase 100% dominados por processos digitais com linhas de produção compartilhadas através de softwares e acessos pela nuvem que armazenam informações em servidores virtuais e garantem mais segurança em toda a cadeia.

Além disso, a interação direta entre comprador, fornecedor, produtor, máquinas, sistemas e mecanismos de entrega, a fabricação passa a ser muito mais eficiente que juntamente com à coleta e à análise de dados traz ainda como consequência positiva a redução de estoques, com a produção realizada sob demanda.

Tecnologias que estão revolucionando o momento da compra

As inovações não ficam somente no campo da produção e gerenciamento, elas estão também modificando o comportamento no momento da compra. As compras virtuais já são uma realidade, mas existem mais novidades vindo aí:

Magic Mirror: Espelho mágico. Com ele é possível cruzar dados a partir do escaneamento do corpo humano. Você consegue  idealizar peças de roupa fabricadas sob medida, dentro das especificações indicadas no espelho.

Omnichannel: Essa tendência do varejo agrupa canais de venda (entre lojas físicas e virtuais), além do atendimento pelo telefone e pelas redes sociais, é uma estratégia que reflete as necessidades do momento atual proporcionando um atendimento completo, proporcionando uma compra muito mais interessante e customizável.

Visão 360: Com pré-modelagens automatizadas e uma visão total (360 graus), é possível analisar de maneira mais completa desde o caimento da roupa até o resultado do corte. A partir disso, as máquinas conseguem chegar a resultados mais corretos.

Assim, com a indústria 4.0 o setor têxtil só tem a ganhar, seja com a possibilidade de usufruir de uma maior customização, seja com o aumento da eficiência, com a escalabilidade (a produção escalável atende a uma real necessidade das confecções) ou com um atendimento mais personalizado ao consumidor.

Fonte: https://fcem.com.br/noticias/industria-4-0-quais-as-suas-expectativas-para-o-setor-textil/

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